Sábado, 07 de Fevereiro de 2026
Telefone: (54) 3383 3400
Whatsapp: (54) 9 9999-7374
Curta nossa página no Facebook:
Clique para Ouvir
Tempo nublado
27°
17°
22°C
Espumoso/RS
Tempo nublado
No ar: Madrugadão Líder
Ao Vivo: Madrugadão Líder
Notícias

Aprosoja contesta projeção da safra gaúcha estimada pela Conab

Aprosoja contesta projeção da safra gaúcha estimada pela Conab
Demanda internacional e câmbio impulsionam a alta; produtores monitoram o mercado e o clima.
17.10.2025 07h55  /  Postado por: Jornalismo

A principal entidade representativa da sojicultura gaúcha, a Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja/RS), questiona as estimativas divulgadas pela CONAB nesta semana sobre uma a maior área e a grande safra do grão a caminho em 2025/2026. Segundo a instituição estatal, a extensão de terra destinada à oleaginosa deverá crescer 1% sobre o ciclo anterior, para 7,2 milhões de hectares, a produtividade atingir 3.129 quilos/hectare, alta de 33,6%, e a produção chegar a 22,4 milhões de toneladas, crescimento de 34,9%. A safra anterior foi bastante comprometida pela estiagem.

“A Conab está totalmente errada. Nós vamos ter diminuição de área, porque vai ficar muita área sem plantar em várias regiões do Estado, principalmente na Metade Sul”, avalia o presidente da Aprosoja/RS, Ireneu Orth.

Conforme ele, na região mencionada, com a maioria das lavouras cultivadas em arrentamento, muitos arrendatários optaram por não plantar a próxima safra. “Em muitas situações o arrendatário já abandonou a área, já devolveu para o proprietário. E outros, os proprietários, não têm dinheiro e não vão conseguir crédito”, afirma.

Já em outras regiões, muitos produtores vão reduzir os usos de tecnologias, visto a conjuntura econômica desfavorável, como a dificuldade de acesso a crédito e/ou os juros altos. “Alguns deverão plantar sem adubação, sem tecnologia nenhuma, porque insumos não são somente adubos e sementes, também fúngicos e coberturas que se pode fazer nas lavouras para se chegar a um alto grau de produtividade”, descreve. E em outros locais do Estado, como Alto Jacuí e em Passo Fundo, menciona Orth, as lavouras serão “normais, boas”, define. Ou seja, cultivadas com as tecnologias necessárias e que vão gerar altas produtividades.

Comente essa notícia
Receba nosso informativo
diretamente em seu e-mail.
Utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
CONCORDO