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Por que algumas pessoas temem a sexta-feira 13?

Não há evidências escritas de que a sexta-feira 13 tenha sido associada a azar antes do século 19. No entanto, para o cristianismo, alguns fatos anteriores a isso relacionados à data podem ter servido de base para o início da crença de mau agouro:

Independentemente de ser dia 13, a sexta-feira, para alguns povos, sempre representou (pasmem!) um dia ruim. Na Idade Média, por exemplo, muitas pessoas não se casavam nem partiam para uma viagem em uma sexta-feira.

Nos tempos modernos, a franquia de filmes de terror “Sexta-Feira 13” ajudou a manter viva a intensificar a parascavedecatriafobia, que é o nome dado ao medo desta data.

Friday (sexta-feira, em inglês) significa “dia de Frigg”, uma poderosa deusa da mitologia nórdica (também conhecida como Frigga) associada ao amor, ao casamento e à maternidade.

Freyja, a deusa do amor, fertilidade e guerra (com quem Frigg era frequentemente confundida), tinha o poder da magia, de prever o futuro e de determinar quem morreria nas batalhas. Dizia-se, ainda, que ela usava uma carruagem puxada por dois gatos pretos.

As duas divindades eram adoradas em toda a Europa e, por conta das associações, a sexta-feira era considerada, pelos povos nórdicos e teutônicos, um dia de sorte para o casamento.

Por sua vez, o número 13 era considerado milagroso pelas culturas pré-cristãs e reverenciado pelas deusas por conta da ligação com o número de ciclos lunares e menstruais.

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