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A dor não deve ser considerada uma característica do envelhecimento

No Brasil, mais de 10% da população tem 65 anos ou mais e, nos últimos nove anos, o contingente dessa parcela da população que reside no país aumentou 39,8%(2), de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E, à medida que a população envelhece, maior é a prevalência de problemas crônicos de saúde e doenças associadas à dor.

Estima-se que 20 a 50% dos idosos sofrem com algum tipo de síndrome dolorosa, como problemas osteoarticulares e musculoesqueléticos, e esse número pode chegar a 80% na população acima de 65 anos que vive hospitalizada ou em Instituições de Longa Permanência. Em idosos com demência, o diagnóstico e tratamento da dor podem representar um desafio ainda maior pela dificuldade em sua avaliação.(3)

No entanto, de acordo com a Dra. Gabriela Mastela, viver com dor não é normal e isso não deve ser considerado como uma mera consequência da velhice. Ouça a reportagem:

https://rdlider.com.br/wp-content/uploads/sites/11/2022/12/0812-Gabriela-Mastela-envelhec-e-dor-Tania.mp3?_=1
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