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Governo Federal estuda aumentar o valor do auxílio aos caminhoneiros para R$ 1 mil

Governo Federal estuda aumentar o valor do auxílio aos caminhoneiros para R$ 1 mil
23.06.2022 08h44  /  Postado por: adrianolima

O governo federal estuda aumentar o valor proposto para o auxílio que quer conceder aos caminhoneiros como forma de conter o prejuízo da categoria em razão das altas nos combustíveis. Depois de ver a possibilidade de um voucher de R$ 400 ser reprovada pela classe, o Executivo pensa em propor um subsídio entre R$ 600 e R$ 1 mil.

A criação do auxílio aos caminhoneiros vem sendo negociada com o Congresso Nacional. Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), participaram de diversas reuniões ao longo desta semana com integrantes do governo federal para discutir a instituição do benefício.

Na terça-feira, o valor de R$ 400 recebeu o aval de todas as partes, mas nesta quarta-feira os caminhoneiros classificaram o valor como “esmola” e disseram que ele não ajuda em nada. Com isso, o Executivo entende que vai precisar ampliar o subsídio.

Nesta quinta-feira, líderes partidários do Senado se reunirão com o líder do governo na Casa, Carlos Portinho (PL-RJ), para discutir a viabilidade do auxílio aos caminhoneiros. Como o voucher vai criar um custo não previsto na atual folha orçamentária, a tendência é que o governo busque uma saída para que seja autorizado a fazer o gasto extraordinário.

Uma das ideias cogitadas é aproveitar a proposta de emenda à Constituição (PEC) apresentada por Portinho que dispõe sobre um auxílio financeiro da União para os estados que zerarem a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações que envolvam diesel, gás natural e gás de cozinha para decretar estado de emergência.

O governo busca essa brecha para se ver liberado a gastar além do que é permitido pelo teto de gastos, uma norma de austeridade fiscal que limita o aumento da despesa federal ao Orçamento do ano anterior corrigido pela inflação. Além disso, o Planalto precisa driblar a regra estabelecida pela legislação eleitoral que proíbe benefícios em ano de eleições. Segundo a lei, uma das exceções para a concessão de subsídios é se o país estiver sob estado de emergência.

Fonte: Rádio Guaíba

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