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RS chega a 27 mortes por dengue, mais do que o dobro do ano anterior

RS chega a 27 mortes por dengue, mais do que o dobro do ano anterior
13.05.2022 09h07  /  Postado por: adrianolima

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) registrou na quinta-feira (12) mais 11 mortes causadas por dengue em 2022. Com isto, o Rio Grande do Sul tem 27 mortes pela doença, mais do que o dobro do identificado no ano passado. Em 2021, foram 11 óbitos.

As mortes mais recentes aconteceram em Erechim, Estância Velha, Nova Hartz, Novo Machado e Porto Alegre. As demais ocorreram em municípios que já haviam tido alguma ocorrência em 2022: Cachoeira do Sul, Horizontina, Igrejinha e Novo Hamburgo.

O índice já era recorde histórico, mas ficou ainda mais acentuado esta semana, já que mais de 21 mil casos ocorridos dentro do RS, chamados de autóctones, também foram confirmados. Esses são os maiores números de casos e óbitos já registrados no Rio Grande do Sul em um ano.

O perfil dos óbitos compreende, em maioria, os idosos. Das 27 mortes confirmadas, 19 foram em pessoas com 70 anos ou mais.

As faixas dos 50 aos 59 anos, dos 40 aos 49 e dos 30 aos 39 anos tiveram dois óbitos cada, além de um registro de uma criança na faixa dos 10 aos 14 anos.

Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém, as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves.

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (maior que 38°C), de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele. Também podem acontecer erupções e coceira na pele.

A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

A SES decretou no dia 27 alerta máximo contra a doença. Com o expressivo número de casos e a larga distribuição do mosquito, a Secretaria da Saúde reforça a necessidade de medidas de prevenção, principalmente a eliminação de locais com água parada, que servem de pontos para o desenvolvimento das larvas do mosquito.

Fonte: G1 RS

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