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Entidades da Segurança reagem a pacote que faz mudanças na remuneração

As propostas do governo estadual para reformar o estatuto dos servidores militares foram duramente criticadas pela categoria após a análise preliminar de pontos do pacote, apresentados em reunião com o governador Eduardo Leite, nesta quarta-feira

As entidades não concordam com a proposta, ficando agendada para próxima semana, a apresentação de uma contra proposta pelas Entidades e Comandantes das duas Corporações. Uma das mais criticadas é a implantação de subsídios para militares e servidores do Instituto-Geral de Perícias (IGP): a proposta é definir, para militares e servidores do IGP, uma remuneração mensal sob a forma de subsídio, fixado em parcela única, assim como já ocorre com outras categorias da área da Segurança Pública. Também foram garantidas regras de paridade e integralidade remuneratórias aos servidores da Polícia e da Susepe, no momento da aposentadoria, para aqueles servidores cujo ingresso tenha ocorrido até 2015, desde que preenchidos os rígidos requisitos estabelecidos.

O diretor da associação de tenentes e subtenentes da Brigada Militar, Ricardo Agra disse que as alterações acabam com a carreira da Brigada

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Para o presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar, coronel Marcos Paulo Beck, as propostas desagradaram a categoria como um todo.

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