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Acordo com UE eleva exportações, baixa custos e promove regulação de mercado, afirma economista

O celebrado acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, recém-firmado na sexta-feira  28 de junho, ainda deve encarar alguns obstáculos antes de sair efetivamente do papel.

Com a vigência do acordo Mercosul-UE, 92% das exportações do bloco sul-americano para o europeu serão isentas de tarifas em um período de dez anos. Já a UE terá zeradas tarifas sobre 91% dos produtos que exporta para o Mercosul. O pacto, que  precisa tanto de avaliação jurídica quanto do aval do Parlamento europeu e dos legislativos de cada país-membro,  é um marco histórico no relacionamento entre os dois blocos, que representam, juntos, cerca de 25% do PIB mundial e um mercado de 780 milhões de pessoas.

Para o economista chefe da Farsul, Antonio da Luz, o acordo entre Mercosul e União Europeia eleva exportações, baixa custos e promove regulação de mercado.

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Antonio entende que as cadeias do vinho e do leite precisam ser protegidas por quotas para não serem prejudicadas.

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Por fim, o economista vê ganhos em escala no mercado da soja e carnes que terão um mercado ainda maior para serem exportados.

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